Pular para o conteúdo

Como Conciliar Trabalho Remoto e Viagens sem Deixar de Aproveitar o Destino

Aprenda a conciliar trabalho remoto e viagens sem transformar o destino em um simples escritório fora de casa.

16 min de leitura
Pessoa trabalhando remotamente em um ambiente tranquilo enquanto viaja

Trabalhar remotamente mudou a maneira como muita gente pensa sobre viagens. Se antes era necessário esperar as férias para conhecer outro lugar, hoje algumas profissões permitem levar o trabalho junto e permanecer mais tempo em uma cidade.

Na teoria, parece perfeito.

Você acorda em um destino diferente, trabalha algumas horas, fecha o computador e sai para conhecer a região. Pode tomar um café em uma rua tranquila, caminhar no fim da tarde, visitar um museu durante um intervalo ou passar alguns dias a mais em um lugar que normalmente seria apenas uma parada rápida.

Na prática, porém, existe uma armadilha.

Quando trabalho e viagem passam a ocupar o mesmo espaço, é fácil deixar de fazer duas coisas bem: trabalhar e viajar.

O computador pode ocupar justamente as horas mais interessantes do dia. Uma reunião pode interromper aquele passeio que você queria fazer. Uma demanda urgente pode transformar uma manhã tranquila em uma tarde inteira diante da tela. E, depois de alguns dias, você percebe que está em uma cidade nova, mas conhece mais a mesa do apartamento alugado do que as ruas ao redor.

Conciliar trabalho remoto e viagens não significa trabalhar menos durante a viagem. Significa organizar melhor a rotina para que o trabalho tenha seu espaço sem ocupar todo o espaço da experiência.

É uma mudança de perspectiva que combina bastante com o slow travel: permanecer tempo suficiente em um destino para que ele deixe de ser apenas cenário e passe a fazer parte da rotina.

Trabalhar viajando não é o mesmo que estar de férias

Essa talvez seja a primeira distinção importante.

Uma viagem com trabalho remoto não é simplesmente uma viagem de férias com um notebook na mochila.

Quando você está de férias, pode passar o dia inteiro caminhando, pegar um passeio de última hora ou decidir dormir até mais tarde sem precisar considerar uma agenda profissional.

No trabalho remoto, continuam existindo reuniões, prazos, mensagens, entregas e responsabilidades.

Por isso, esperar que todos os dias sejam completamente livres pode gerar frustração.

O objetivo é outro: criar uma rotina que permita trabalhar com tranquilidade e, ao mesmo tempo, conhecer o destino de maneira mais profunda.

Isso pode significar visitar menos atrações em um dia.

Pode significar passar uma semana em uma cidade em vez de tentar conhecer três lugares diferentes em quatro dias.

Pode significar deixar algumas manhãs livres para trabalhar e reservar as tardes para explorar os arredores.

A viagem deixa de ser uma corrida contra o relógio.

E isso pode ser uma vantagem.

Escolha destinos compatíveis com a sua rotina de trabalho

Nem todo destino funciona bem para quem precisa trabalhar remotamente.

Uma cidade pode ser maravilhosa para passar três dias e péssima para permanecer duas semanas trabalhando.

Antes de reservar hospedagem, vale pensar menos na quantidade de atrações e mais na estrutura necessária para manter sua rotina.

Algumas perguntas ajudam:

  • A internet da hospedagem é adequada para o tipo de trabalho que você realiza?
  • Existe um espaço confortável para trabalhar?
  • O ambiente permite participar de reuniões sem grandes interrupções?
  • Há opções de alimentação próximas?
  • O deslocamento cotidiano é simples?
  • Existe algum lugar tranquilo para trabalhar fora da hospedagem?
  • Você conseguirá descansar depois do expediente?

Esses detalhes parecem pequenos antes da viagem.

Depois que você precisa participar de uma reunião importante usando uma conexão instável, eles deixam de ser pequenos.

Nem sempre o destino mais turístico é o melhor

Para quem trabalha remotamente, destinos muito disputados podem trazer algumas dificuldades.

Hospedagens mais caras, trânsito intenso, excesso de movimento e dificuldade para encontrar ambientes tranquilos podem consumir uma energia que faria diferença na rotina.

Uma cidade menor, um bairro residencial ou uma região próxima a uma atração turística podem oferecer uma experiência completamente diferente.

Você não precisa estar no centro de tudo para aproveitar um destino.

Às vezes, estar alguns quilômetros distante significa dormir melhor, trabalhar com mais concentração e ainda conseguir chegar aos pontos de interesse quando quiser.

Reserve a melhor parte do dia para o que exige concentração

Um dos maiores erros de quem trabalha viajando é tentar encaixar o trabalho nos espaços que sobram.

A pessoa acorda sem horário definido, sai para conhecer o destino, volta cansada e pensa em trabalhar à noite.

Em alguns dias funciona.

Em outros, não.

Uma alternativa mais eficiente é definir previamente quais períodos serão dedicados ao trabalho.

Para algumas pessoas, pode funcionar trabalhar pela manhã e deixar a tarde livre.

Para outras, o melhor será trabalhar no início da tarde e aproveitar as primeiras horas do dia.

Não existe um horário universal.

O importante é identificar quando você trabalha melhor e quando o destino pode ser melhor aproveitado.

Se suas atividades exigem muita concentração, talvez seja interessante proteger as primeiras horas do dia.

Se seu trabalho envolve poucas reuniões e mais tarefas individuais, pode existir maior flexibilidade.

A viagem começa a funcionar melhor quando você conhece seus próprios ritmos.

Crie uma rotina mínima, não uma prisão

Rotina é importante, mas transformar a viagem em uma reprodução exata da vida em casa pode tirar justamente aquilo que você foi buscar.

Uma boa estratégia é estabelecer apenas alguns pontos fixos.

Por exemplo:

  • horário aproximado para começar o trabalho;
  • período reservado para reuniões;
  • horário para encerrar as atividades;
  • momento destinado às refeições;
  • algum tempo diário para caminhar ou conhecer o entorno.

O restante pode permanecer flexível.

Essa diferença é importante.

Você não precisa planejar cada hora da viagem para conseguir aproveitar.

Na verdade, deixar alguns espaços vazios pode ser uma das melhores maneiras de descobrir um destino.

Não tente conhecer tudo depois do expediente

Existe uma expectativa comum de que o trabalhador remoto deveria conseguir aproveitar o destino justamente porque trabalha menos horas.

Mas mesmo um expediente relativamente curto pode consumir energia mental.

Depois de várias horas concentrado em uma tela, talvez você não queira enfrentar uma fila, atravessar a cidade e visitar cinco atrações.

E tudo bem.

O passeio pode ser uma caminhada pelo bairro.

Pode ser jantar em um restaurante próximo.

Pode ser sentar em uma cafeteria, observar o movimento e voltar para a hospedagem.

Pode ser simplesmente descobrir uma praça que não estava no roteiro.

Esse tipo de experiência costuma combinar melhor com uma viagem mais lenta.

Você não precisa transformar cada fim de expediente em uma excursão.

Use os fins de semana para experiências maiores

Se a rotina profissional ocupa boa parte dos dias úteis, os fins de semana podem ser utilizados para experiências que exigem mais tempo.

Uma trilha.

Uma cidade próxima.

Um passeio de trem.

Uma praia mais distante.

Uma visita a uma vinícola.

Um parque natural.

Uma feira tradicional.

Uma pequena viagem de um dia.

Isso também ajuda a reduzir a pressão durante a semana.

Você não precisa pensar que está “perdendo” o destino porque passou algumas horas trabalhando.

A experiência pode ser distribuída ao longo da permanência.

Essa é uma das principais diferenças entre uma viagem convencional e uma estadia mais longa.

Trabalhe perto de onde você quer viver

Quando possível, escolha a hospedagem pensando também na experiência cotidiana.

Não pense apenas:

“Onde fica o ponto turístico que quero visitar?”

Pergunte:

“Como seria passar duas semanas vivendo aqui?”

Essa mudança de pergunta altera bastante a escolha.

Um bairro com mercado, padaria, cafeteria, restaurante, transporte e espaços agradáveis para caminhar pode ser mais interessante do que uma localização extremamente turística.

A proximidade reduz deslocamentos e devolve tempo para você.

E tempo é justamente um dos recursos mais valiosos em uma viagem com trabalho remoto.

O entorno da hospedagem também faz parte da viagem

Quando você permanece poucos dias em uma cidade, é comum concentrar sua atenção nos grandes pontos turísticos.

Quando fica mais tempo, o entorno começa a ganhar importância.

Você descobre a padaria onde os moradores compram pão.

Percebe qual café fica movimentado pela manhã.

Encontra uma pequena livraria.

Descobre um parque.

Começa a reconhecer algumas ruas.

Talvez até passe a cumprimentar alguém que trabalha perto da hospedagem.

São pequenas interações, mas elas ajudam a transformar uma estadia em uma experiência mais próxima da vida cotidiana.

É justamente aí que o trabalho remoto pode deixar de ser um obstáculo e se tornar uma oportunidade.

Você passa mais tempo no destino.

E, quando não precisa correr para conhecer tudo, começa a enxergá-lo de outra maneira.

Tenha um ritual para começar e terminar o expediente

Uma das dificuldades do trabalho remoto durante viagens é separar mentalmente trabalho e descanso.

Se o computador está aberto na mesa onde você também toma café, assiste a um filme e planeja o passeio do dia seguinte, a sensação de estar trabalhando pode continuar mesmo depois do expediente.

Criar pequenos rituais ajuda.

Antes de começar:

  • organize a mesa;
  • coloque o celular no modo necessário para trabalhar;
  • confira as prioridades do dia;
  • defina o que realmente precisa ser entregue.

Depois de terminar:

  • feche o computador;
  • guarde os equipamentos;
  • troque de roupa;
  • saia para caminhar;
  • tome um café;
  • faça alguma atividade que marque claramente o fim do expediente.

Não precisa ser complicado.

O objetivo é criar uma fronteira psicológica entre trabalho e viagem.

Não leve o trabalho para todos os lugares

A possibilidade de trabalhar em qualquer lugar não significa que você precisa trabalhar em qualquer lugar.

Às vezes, a pessoa leva o notebook para a praia, para uma praça, para uma cafeteria turística e tenta transformar cada cenário em escritório.

Isso pode parecer liberdade.

Mas também pode fazer com que você nunca esteja completamente presente.

Reserve alguns momentos em que o computador simplesmente não participa da experiência.

Se estiver caminhando, caminhe.

Se estiver em uma cafeteria, observe o movimento.

Se estiver em uma trilha, preste atenção ao caminho.

Se estiver diante de uma paisagem bonita, não transforme imediatamente aquilo em conteúdo.

Viajar também é permitir que algumas experiências não tenham uma finalidade produtiva.

Cuidado com a armadilha de transformar tudo em conteúdo

Para quem trabalha com internet, redes sociais ou produção de conteúdo, existe uma dificuldade adicional.

O destino pode se transformar rapidamente em trabalho.

Você visita um restaurante pensando no almoço e já começa a imaginar a publicação.

Entra em um museu pensando na fotografia.

Caminha por uma rua pensando no vídeo.

Uma viagem que deveria proporcionar descanso passa a gerar uma segunda jornada de trabalho.

Isso não significa que produzir conteúdo seja incompatível com viajar.

Significa apenas que é importante estabelecer limites.

Nem toda experiência precisa virar postagem.

Nem toda fotografia precisa ser publicada.

E nem todo momento interessante precisa ser documentado.

Alguns podem simplesmente permanecer como parte da sua memória.

Faça uma lista curta de experiências que realmente importam

Em vez de montar uma lista enorme de atrações, escolha algumas experiências que você realmente gostaria de viver.

pode ser, por exemplo:

  1. conhecer determinado mercado;
  2. fazer uma trilha;
  3. visitar um museu;
  4. experimentar uma comida típica;
  5. passar uma tarde em uma região específica;
  6. conhecer uma cidade próxima.

Depois, distribua essas experiências pelos dias disponíveis.

Isso reduz a sensação de que existe uma obrigação de aproveitar cada minuto.

O roteiro deixa de ser uma lista de tarefas.

Passa a ser uma referência.

Aprenda a dizer NÃO para algumas oportunidades

Essa talvez seja uma das partes mais difíceis.

Quando você está viajando, pode surgir a sensação de que precisa aproveitar todas as oportunidades.

Alguém convida para um passeio.

Aparece um evento.

Você descobre uma cidade próxima.

O clima está ótimo.

E, ao mesmo tempo, existe uma entrega para terminar.

Nem tudo precisa caber na mesma viagem.

Escolher não fazer alguma coisa também faz parte de viajar bem.

Se você tentar encaixar tudo, provavelmente transformará os dias em uma sequência de compromissos.

A liberdade do trabalho remoto não está em fazer tudo.

Está justamente em poder permanecer mais tempo e escolher melhor o que fazer.

Tenha um plano para os dias em que o trabalho apertar

Nem toda semana será tranquila.

Pode surgir um projeto urgente.

Uma reunião pode ser antecipada.

Uma entrega pode consumir mais tempo do que o esperado.

Por isso, é interessante não montar um roteiro que dependa de todos os dias funcionando perfeitamente.

Deixe algumas experiências sem horário rígido.

Se a terça-feira ficar complicada, talvez o passeio possa acontecer na quarta.

Se uma tarde desaparecer por causa do trabalho, você ainda terá outras oportunidades.

Esse pequeno espaço de segurança torna a viagem muito menos estressante.

Viajar trabalhando pode ser uma forma de permanecer mais tempo

Existe uma diferença enorme entre visitar uma cidade durante dois dias e permanecer nela durante duas semanas.

No primeiro caso, você provavelmente tentará aproveitar o máximo possível.

No segundo, pode começar a perceber coisas que não aparecem em um roteiro convencional.

O horário em que uma praça fica movimentada.

O café que muda de ritmo ao longo do dia.

A luz diferente no fim da tarde.

A feira semanal.

O comércio local.

A rotina dos moradores.

Os pequenos caminhos entre um lugar e outro.

É uma experiência menos baseada em atrações e mais baseada em presença.

Por isso, o trabalho remoto pode combinar muito bem com o conceito de slow travel.

Você não precisa abandonar sua rotina profissional para viajar.

Precisa aprender a colocá-la no lugar certo dentro da experiência.

Como escolher uma hospedagem para trabalhar remotamente

Antes de reservar, vale conferir alguns detalhes que podem evitar problemas.

Procure informações sobre:

  • qualidade da internet;
  • espaço disponível para trabalhar;
  • mesa e cadeira;
  • iluminação;
  • nível de ruído;
  • tomadas próximas;
  • climatização;
  • possibilidade de fazer reuniões;
  • cozinha ou opções de alimentação próximas;
  • facilidade de acesso ao transporte.

Comentários recentes de outros hóspedes podem ajudar, especialmente quando mencionam internet e ambiente de trabalho.

Se sua atividade depende de videoconferências, não considere apenas a existência de Wi-Fi.

Você precisa de uma conexão que seja estável o suficiente para sua rotina.

Também vale ter uma alternativa.

Uma cafeteria tranquila, coworking ou outro espaço próximo pode funcionar como plano B.

Como montar uma semana equilibrada

Uma estratégia que funciona bem é dividir a semana em blocos.

Por exemplo:

  • segunda a quinta: trabalho com foco, experiências curtas no entorno;
  • sexta-feira: encerramento mais cedo, passeio mais longo;
  • sábado e domingo: experiências maiores, trilhas, cidades próximas.

Isso cria um ritmo previsível.

Você sabe quando precisa estar mais concentrado.

E sabe quando terá tempo para explorar melhor o destino.

E se eu só tiver poucos dias?

Ainda é possível.

Você não precisa passar um mês fora para experimentar esse modelo.

Uma viagem de quatro ou cinco dias pode funcionar, principalmente se houver flexibilidade no horário de trabalho.

Nesse caso, entretanto, vale reduzir bastante as expectativas.

Escolha uma cidade.

Fique em uma região conveniente.

Evite deslocamentos longos.

Selecione poucas experiências.

E aceite que você não verá tudo.

Isso não significa que a viagem foi incompleta.

Significa apenas que ela teve outro propósito.

Viajar trabalhando também exige saber desacelerar

O trabalho remoto trouxe uma liberdade que parecia improvável alguns anos atrás.

Mas liberdade não significa ausência de limites.

Você pode levar o computador para praticamente qualquer lugar, mas isso não significa que deva trabalhar o tempo inteiro.

Pode permanecer mais dias em uma cidade, mas isso não significa que precise preencher todos eles com atrações.

Pode conhecer muito mais destinos, mas talvez a melhor experiência esteja justamente em conhecer menos lugares com mais atenção.

Conciliar trabalho remoto e viagens é, acima de tudo, uma questão de equilíbrio.

O trabalho precisa continuar funcionando.

Mas a viagem também precisa existir.

E talvez a melhor maneira de fazer isso seja abandonar a ideia de que você precisa aproveitar cada minuto.

Escolha um destino compatível com sua rotina, organize os horários, deixe espaço para o inesperado e permita que alguns momentos simplesmente aconteçam.

Porque viajar trabalhando não precisa significar levar o escritório para outro lugar.

Pode significar criar uma rotina em que o trabalho sustenta a viagem, sem ocupar o lugar dela.


Perguntas frequentes sobre trabalho remoto e viagens

É possível trabalhar remotamente durante uma viagem?

Sim. A viabilidade depende principalmente das características do trabalho, da conexão disponível, da estrutura da hospedagem e da possibilidade de organizar horários de maneira compatível com as responsabilidades profissionais.

Como aproveitar uma cidade trabalhando durante o dia?

Uma estratégia é concentrar o trabalho em períodos definidos e reservar as horas restantes para experiências mais próximas da hospedagem. Fins de semana e dias de menor carga podem ser utilizados para passeios mais longos.

Vale a pena trabalhar em cafeterias durante uma viagem?

Pode valer, especialmente para tarefas que não exigem silêncio absoluto ou videoconferências. Mas é importante observar conforto, tomadas, conexão e regras do estabelecimento. Uma cafeteria também pode ser apenas um lugar para descansar, sem necessariamente virar escritório.

Como evitar que o trabalho tome conta da viagem?

Defina horários de início e encerramento, mantenha o computador fechado fora do expediente quando possível e evite preencher todos os momentos livres com tarefas profissionais.

É melhor ficar em uma cidade pequena ou grande?

Depende da rotina de trabalho. Cidades maiores podem oferecer mais infraestrutura e opções de transporte, enquanto cidades menores podem proporcionar mais tranquilidade. O mais importante é avaliar a estrutura necessária para trabalhar e o tipo de experiência que você procura.

Preciso trabalhar todos os dias durante uma viagem?

Isso depende do seu contrato, profissão e organização profissional. Quem trabalha remotamente deve respeitar suas responsabilidades normalmente. A viagem precisa ser planejada em torno da rotina real, e não de uma expectativa de férias.

Como conciliar reuniões com passeios?

Defina antecipadamente os horários de reuniões e evite programar experiências importantes nesses períodos. Quando possível, concentre compromissos profissionais em blocos para deixar outros períodos livres.

Trabalho remoto combina com slow travel?

Combina bastante quando a permanência mais longa é utilizada para conhecer o destino com calma, em vez de tentar transformar cada intervalo do trabalho em uma corrida turística.

Cléber Lima

Sobre o autor

Cléber Lima

Bacharel em Turismo e criador do Stradello

Bacharel em Turismo desde 2017, apaixonado por viagens, experiências autênticas e pela descoberta de lugares que costumam passar despercebidos pelos roteiros tradicionais.

Conheça o autor

Para continuar sua jornada

Outras leituras que podem interessar